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Mochilas e bolsas de Jiu-Jitsu

Esta coleção reúne mochilas e bolsas de Jiu-Jitsu pensadas para quem carrega o kimono, a rash guard e o tênis todo santo dia, seja treinando na academia do bairro ou fazendo bate-volta de ônibus até o centro de treinamento. O que muda de uma mochila para outra é o compartimento ventilado, o reforço da alça e a capacidade em litros, não só a cor. Veja também o equipamento de Jiu-Jitsu completo, some fitas para dedos de Jiu-Jitsu na mochila ou complete o kit com bonecos de Jiu-Jitsu para o treino em casa.

Bolsa Duffle Everlast Training Pro Retro

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Preço regular $ 1,049.00 MXN
Preço de venda $ 1,049.00 MXN Preço regular

Escolher entre mochila e bolsa de mão para Jiu-Jitsu é, na prática, uma decisão sobre como você chega até a academia, não sobre qual modelo parece mais reforçado na prateleira. Quem pega ônibus, anda de bike ou caminha algumas quadras sente diferença real com uma mochila, porque o peso do kimono molhado fica dividido nos dois ombros em vez de puxar só um lado do corpo por vinte ou trinta minutos de trajeto. Já quem vai de carro direto até a porta da academia ganha pouco com essa distribuição de peso e prefere uma bolsa de mão, que entra e sai do porta-malas mais rápido e não precisa ser vestida. Essa é a real vantagem e desvantagem entre os dois formatos: a mochila protege o ombro e a coluna no trajeto longo, mas é mais lenta para guardar e tirar o kimono correndo entre um aplicativo de transporte e a recepção da academia. Quem treina gi e no-gi na mesma semana e carrega mais peso tende a preferir a mochila pela distribuição, porque o ombro sente menos no fim do dia, enquanto quem só leva um shorts e uma rash guard para um treino rápido de no-gi geralmente fica satisfeito com uma bolsa mais simples e menor. Para atleta mirim a lógica é a mesma em escala menor: um kimono infantil pesa bem menos que um A2 de adulto, então uma mochila grande demais só arrasta no chão e cansa a criança antes mesmo de entrar no tatame.

O compartimento ventilado para calçados costuma ser subestimado, mas separar o tênis do resto da mochila evita que a sujeira e a bactéria do chinelo usado no tatame encostem no kimono limpo ou na toalha, e isso importa tanto quanto separar a roupa molhada da seca. Sem ventilação nenhuma, o mofo aparece rápido em cidades quentes e úmidas como boa parte do Brasil, principalmente quando a mochila fica fechada dentro do carro ou da mochila escolar durante o dia inteiro depois do treino da manhã. Uma mochila sem bolso ventilado para o kimono molhado não é ideal para quem treina em academia sem ventilação forte ou mora em região litorânea, porque o cheiro de mofo volta rápido mesmo lavando o kimono toda semana. Em termos de material, nylon com revestimento e base reforçada aguentam melhor o atrito do tatame e o peso do kimono molhado do que lona comum, que demora mais para secar e fica pesada depois de um treino puxado. Vale reforçar: o bolso ventilado pesa um pouco mais e ocupa espaço que poderia ser usado para o kimono reserva, então existe uma troca real entre carregar menos peso e manter o equipamento sem cheiro, e cada praticante decide isso conforme o clima da sua cidade e a frequência de treino.

Na hora de escolher a capacidade, uma mochila de Jiu-Jitsu entre 30 e 40 litros costuma caber kimono, rash guard, faixa e tênis sem amassar nada, mas quem treina gi e no-gi no mesmo dia ou viaja para campeonato costuma preferir algo acima de 40 litros para não precisar dobrar o kimono na força só para fechar o zíper. Escolha uma capacidade menor se o seu treino é sempre leve, com shorts e rash guard apenas, porque uma mochila grande demais para pouco equipamento sobra espaço vazio e força a alça e a costura sem necessidade. A durabilidade real de uma mochila de Jiu-Jitsu aparece depois de alguns meses de uso diário, quando a costura da base e a alça acolchoada mostram se aguentam o peso do kimono molhado ou se começam a rasgar primeiro, que é onde a maioria das mochilas baratas falha antes do tecido furar. Para manutenção, passar um pano úmido no forro interno da mochila uma vez por semana evita que o suor acumulado vire mau cheiro permanente, algo que a lavagem do próprio kimono não resolve porque o problema fica no tecido da bolsa, não na roupa. Vale também olhar o tipo de zíper antes de fechar a compra: puxador de metal aguenta anos de areia de tatame e suor sem travar, enquanto o de plástico costuma quebrar bem antes da mochila em si dar sinal de desgaste.

Perguntas frequentes