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Shorts e bermudas de Jiu-Jitsu femininos

Shorts e bermudas de Jiu-Jitsu femininos fazem parte do equipamento básico de quem treina sem kimono, usado tanto na aula quanto em competições de nogi pelo Brasil, com corte pensado para o corpo feminino. Quem quer comparar modelos encontra a linha completa de shorts e bermudas de Jiu-Jitsu. Para quem busca preço, existem opções como shorts e bermudas de Jiu-Jitsu baratos. Muita aluna também monta o kit com kimonos e gis de Jiu-Jitsu femininos, ou dá uma olhada nos kimonos e gis de Jiu-Jitsu para treinar dos dois jeitos.

O comprimento da bermuda decide se você pode competir de kimono em muitos torneios, porque boa parte dos eventos de gi exige um tamanho mínimo abaixo do joelho ou perto dele para as atletas. Muita aluna descobre essa regra tarde demais, na pesagem, depois de comprar uma bermuda curta demais achando que qualquer corte de shorts e bermudas de Jiu-Jitsu femininos serviria para competir. Vale a pena checar o regulamento do campeonato ou as regras da própria academia antes de fechar a compra, porque trocar de bermuda em cima da hora é sempre pior do que checar o tamanho com calma em casa. Cada federação e cada academia define esse mínimo do seu jeito, então o mesmo modelo que passa numa competição pode ficar fora de norma em outra, e isso vale tanto para quem já compete há anos quanto para quem vai fazer a primeira disputa de faixa.

O fecho muda bastante a sensação no tatame. Uma bermuda com cintura com cordão ajusta igual em qualquer treino e não arranha a pele da parceira num raspão, enquanto o velcro exposto pode prender no kimono ou na própria pele durante uma raspagem. Quem treina sabe que só o cordão às vezes não segura tudo numa disputa mais dura, então boa parte das competidoras usa a bermuda por cima de uma calça de compressão em vez de confiar só no nó da cintura para não escorregar no meio da luta. Isso é ainda mais comum em treinos sem kimono, onde o suor deixa a pele mais escorregadia e o nó do cordão perde firmeza mais rápido do que numa aula tranquila de técnica.

O reforço no tecido da região do quadril e da parte de trás importa mais do que parece, porque é ali que a bermuda esfrega no tatame durante uma raspagem ou uma passagem de guarda. Um tecido com reforço tipo ripstop nessa área aguenta mais treino antes de furar, mas costuma ficar um pouco mais rígido do que um modelo todo em tecido com elastano. Bermudas com cordão de fecho embutido evitam o atrito do velcro na pele, mas exigem checar o nó com mais frequência do que um fecho de velcro, principalmente num treino mais longo. Quem treina cinco ou seis vezes por semana costuma notar essa diferença de durabilidade já no segundo mês de uso, quando a bermuda mais barata começa a rasgar bem na costura de trás.

A composição do tecido é outro ponto que faz diferença direta no ajuste para o quadril. A maioria mistura poliéster com elastano, e quanto maior a proporção de elastano, mais a bermuda acompanha o corpo numa passagem de guarda ou numa raspagem sem travar o movimento do quadril. Essa bermuda não é a escolha certa para quem treina só uma vez por semana por lazer e não sente falta de reforço extra, porque nesse caso um modelo unissex mais simples já resolve sem gasto a mais. Depois do treino, lavar a bermuda no mesmo dia evita que o suor fique preso no tecido e enfraqueça o elastano antes da hora, o que aparece primeiro na cintura, que perde o ajuste, e só depois no resto do tecido.

O tamanho também engana quem só olha a cintura na hora de comprar. Quem treina sabe que a bermuda unissex convertida quase nunca funciona bem no quadril feminino, porque o corte reto de bermuda masculina reduzida não segue a curva do quadril e sobra tecido bem onde não devia. Em estampa, muita atleta prefere um modelo liso para o dia a dia e guarda a estampa mais chamativa para treinos de fim de semana, mas isso é só questão de gosto que não muda o desempenho. Escolha um tecido mais leve se você treina grappling feminino quase todo dia, escolha o reforçado se faz rounds mais longos de sparring, e só compare com um corte unissex se o corte feminino de verdade não servir no seu corpo. Na prática, quem treina sério acaba com pelo menos duas bermudas na mochila, uma mais leve para o dia a dia e outra mais reforçada para os rounds mais puxados de fim de semana.

Perguntas frequentes